João Pedro Reis 4026, Deputado Federal por Minas Gerais

4026Candidato a Deputado Federal por Minas GeraisPSB

Umahistóriaquecomeçanumbecosem saída em Venda Nova.

João Pedro Reis tem 28 anos. Antes de pedir um voto, ele organizou um abaixo-assinado aos 14, atendeu 3 mil pessoas em escolas públicas e construiu uma empresa do zero.

Dia 5 de outubro de 2026, Deputado Federal 4026.

15 capítulos 12 minutos de história

Minas precisa de representante, não de mais um.

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Retrato oficial, João Pedro Reis

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A história completa

De 1997 até o domingo em que ele decidiu se candidatar

1997, Venda Nova, Belo Horizonte
Foto: Bairro Lagoa, Venda Nova

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1997, Venda Nova, Belo Horizonte

Começou num beco sem saída. Escolheu não tratar isso como destino.

João Pedro Reis nasceu em novembro de 1997, numa madrugada, em Venda Nova. A mãe tinha 16 anos. O pai trabalhava como cobrador de ônibus. A casa era de primeiro andar, sem reboco, num beco sem saída no Bairro Lagoa.

A avó que o criou sustentava a casa com a aposentadoria. A mãe complementava com o que dava. Uma comprava o arroz e o feijão, a outra comprava a fruta e o biscoito. Faltava dinheiro, mas nunca faltou combinação.

Quando ele tinha seis anos, o pai foi trabalhar fora do país e não voltou. A casa passou a ser feita de três gerações de mulheres e um menino que entendeu cedo que ajudar não era favor, era parte.

Ele não herdou sobrenome nem estrutura. Herdou o hábito de resolver o que aparece.

Os primeiros anos
Foto: quintal da infância

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Os primeiros anos

Um quintal pequeno virou o primeiro laboratório de ideias grandes.

O padrinho, bombeiro militar aposentado, era a régua da rotina: almoço às 11h, jantar às 18h, camisa social, chinelo e um relógio antigo que apitava ao meio-dia. Rotina, no meio de tanta instabilidade, era uma forma de cuidado.

O quintal tinha goiaba, acerola, cana, limão, bananeira e urucum. Ali João Pedro cavava a terra procurando petróleo para tirar a família do aperto, transformava cabo de vassoura em lança e inventava expedições inteiras entre duas árvores.

Aos domingos a família se reunia em volta de uma mesa simples. Frango assado, refrigerante de laranja, todo mundo junto.

Em 2008 ele perdeu, no mesmo ano, o padrinho e a avó. Tinha 11 anos. A infância encurtou, mas o que aprendeu naquele quintal ficou: com pouco também se constrói.

Ele não achou petróleo no quintal. Achou a certeza de que dá para fazer muito com pouco.

A formação do olhar
Espaço reservado para foto desta fase

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A formação do olhar

Circulou entre dois Brasis e transformou o contraste em pergunta, não em mágoa.

Tias dele trabalhavam como empregadas domésticas em casas tradicionais de Belo Horizonte e o levavam junto. Ele entrava num mundo com piscina, motorista, garagem cheia e conversas sobre arte, ciência e política.

Voltava para uma casa onde a conversa era sobre a conta de água e o material escolar. Ele não guardou revolta. Guardou uma pergunta que nunca mais soltou: por que a distância entre esses dois mundos é tão grande?

Foi acompanhando uma dessas casas que assistiu de perto à sua primeira carreata política, apertado numa Kombi, atravessando a cidade inteira de olhos abertos.

A conclusão que ele tirou dali é a base do projeto: não se trata de tirar de quem tem, e sim de fazer quem tem menos ganhar mais, com menos esforço e mais tempo de vida.

Por que o mundo é assim? A candidatura é a tentativa madura de responder a uma pergunta de criança.

O Bairro Lagoa
Foto: rua comercial do Bairro Lagoa

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O Bairro Lagoa

Campo de terra, catequese, escola pública e a rua como primeira escola de convivência.

O campo do bairro era o centro do mundo. Ali ele jogou bola, aprendeu a andar de bicicleta na rua, fez catequese na igreja do bairro e estudou em duas escolas estaduais da região.

A rua comercial do bairro era o eixo de tudo: biscoito comprado a granel, vizinhos que se conheciam pelo nome, asfalto pintado em ano de Copa e comemoração coletiva quando o time ganhava.

Correr até a casa do padrinho imaginando ser um super-herói veloz era brincadeira. Também era treino de uma ideia que ficou: chegar rápido onde é preciso chegar.

2008, o ano da virada
Foto: Aeroporto da Pampulha

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2008, o ano da virada

Aos 11 anos assumiu a casa para que a mãe pudesse trabalhar. E deu conta.

Com a perda dos dois pilares da família no mesmo ano, tudo mudou. A família passou cerca de dois anos no interior, na cidade natal da mãe. Ele se destacou na escola pública de lá, virou frequentador da biblioteca municipal e, de manhã cedo, chegou a colher café por poucos reais o saco.

De volta a Belo Horizonte, a mãe trabalhou como faxineira até conseguir um emprego fixo com carteira assinada num serviço de táxi aéreo, no Aeroporto da Pampulha. Um salário mínimo com benefícios foi uma conquista da casa inteira.

João Pedro ficava com as irmãs: comida, remédio, dever de casa, compras. Às vezes passava o dia no aeroporto com a mãe, vendo aviões decolarem e gente chegando de todo lugar.

Não foi um peso que o quebrou. Foi a responsabilidade que o formou.

A mãe trabalhava para que ele pudesse sonhar. Ele cuidava da casa para que ela pudesse trabalhar.

14 anos, Venda Nova
Espaço reservado para foto desta fase

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14 anos, Venda Nova

Organizou um abaixo-assinado, foi à prefeitura e conseguiu os quebra-molas da rua.

Aos 14 anos começou a trabalhar numa loja de motos e consórcios da rua comercial do bairro. Comissão por venda. Aprendeu a abordar, a explicar, a insistir e a ouvir não sem desistir.

A rua era movimentada e perigosa. Em vez de reclamar, ele organizou: passou comércio por comércio recolhendo assinaturas, explicou o problema, montou o documento e protocolou na prefeitura. Tempos depois, os quebra-molas foram instalados.

Foi ali que ele descobriu o mecanismo que usa até hoje: gente organizada faz o poder público se mover.

O primeiro ato político dele foi um abaixo-assinado por quebra-molas. E funcionou.

Ensino médio, escola estadual
Foto: escola estadual em Venda Nova

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Ensino médio, escola estadual

Fundou o grêmio estudantil e escolheu um caminho mais difícil de propósito.

No ensino médio fundou o grêmio estudantil da escola estadual onde estudava. Passou a ocupar o tempo conversando com a direção, percorrendo as turmas, organizando pauta e participando de atos no centro da cidade. Foi convidado a integrar a associação metropolitana de estudantes secundaristas.

As notas caíram um pouco, e a escolha foi consciente. Ele fez a conta: ao completar 18 anos poderia obter o diploma por certificação e entrar na universidade. Foi exatamente o que fez, prestou a prova e conseguiu o certificado.

Não foi desistência. Foi estratégia de quem já sabia onde queria chegar e não tinha tempo a perder.

16 anos, serviço voluntário
Foto: visita a asilo, Natal solidário

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16 anos, serviço voluntário

Descobriu, servindo, que a menor ação bem feita muda a vida de alguém.

Aos 16 anos foi convidado a integrar uma organização juvenil de serviço. Assumiu a função de hospitaleiro, responsável pelos projetos sociais e pelo cuidado com os integrantes.

Coordenou campanhas de Natal solidário: arrecadação de fraldas, alimentos e presentes para asilos e creches comunitárias, com visitas mensais aos idosos, almoço junto, conversa, tempo.

Numa dessas tardes passou horas ouvindo música antiga com uma senhora. No fim, ela chorou, abraçou e disse que fazia décadas que não escutava aquelas canções. Nada ali custou dinheiro.

A lição virou tese: se algo tão simples tem esse efeito, imagine o alcance possível com estrutura, recurso e mandato.

Se um pouco muda tanto, quanto é possível mudar com mais alcance?

18 anos, Assembleia Legislativa de Minas Gerais
Foto: Assembleia Legislativa de Minas Gerais

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18 anos, Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Acordava às 4h30, ia a pé para a Assembleia e aprendeu o Legislativo por dentro.

Aos 18 anos assumiu a Secretaria Estadual de Comunicação da juventude do partido e foi indicado para um estágio no gabinete de um deputado estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Começou estagiário, virou assessor e ficou cerca de dois anos.

A rotina era essa: 4h30 de pé, dois ônibus até a faculdade, aula de manhã, caminhada até a Assembleia porque não sobrava dinheiro de passagem, trabalho à tarde e à noite, saída às 23h30, chegada em casa depois da meia-noite.

No gabinete redigiu projetos de lei, acompanhou comissões e plenário, cuidou de emendas parlamentares e atendeu prefeitos e vereadores que chegavam com problema real de cidade pequena.

Ele não estudou o Legislativo em livro. Aprendeu andando por dentro dele, sem filtro e sem atalho.

18 anos, Rotary
Foto: projeto comunitário do Rotary

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18 anos, Rotary

Tornou-se o mais jovem rotariano do Brasil e transformou serviço em método.

Aos 18 anos entrou para o Rotaract e, logo depois, para o Rotary, tornando-se o mais jovem rotariano do Brasil. Ocupou as diretorias de Protocolo e de Profissionais.

Participou de campanhas de prevenção e saúde para jovens, projetos de orientação de carreira e ações comunitárias em bairros da região metropolitana.

O que ele levou dali não foi título: foi a disciplina de transformar boa intenção em projeto com data, responsável e resultado.

20 anos, escolas públicas da região metropolitana
Foto: Projeto Cidadania em escola pública

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20 anos, escolas públicas da região metropolitana

Criou o Projeto Cidadania e levou atendimento gratuito a mais de 3 mil pessoas.

O Projeto Cidadania nasceu de duas experiências anteriores: o atendimento jurídico gratuito a pessoas em situação de rua e a comissão de assuntos estudantis da OAB, que organizou mais de 800 estudantes de Direito e firmou parcerias com defensoria, ministérios públicos e órgãos estaduais.

O projeto reunia advogados, estagiários e profissionais voluntários para atendimento gratuito dentro de escolas públicas de bairros vulneráveis. Com o tempo passou a incluir atendimento médico e psicológico, palestras de cidadania, encaminhamento para emprego e captação de emendas para reforma das escolas.

Os resultados são verificáveis: quadra reformada, refeitório reformado, laboratório de informática recuperado com novos computadores e painel de grafite no muro de uma escola. Mais de 3 mil pessoas atendidas em cerca de dois anos.

Um caso resume tudo. Uma mãe chegou desolada porque o filho havia sido preso injustamente e ela não tinha como pagar advogado. Ele acreditou nela, mobilizou um professor de Processo Penal que atuou sem cobrar nada, e meses depois o rapaz foi declarado inocente e solto.

Uma família inteira mudou de rumo porque alguém se recusou a dizer que não dava para fazer nada.

Direito, da Dom Helder ao IBMEC
Foto: faculdade de Direito, Belo Horizonte

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Direito, da Dom Helder ao IBMEC

Entrou devendo a mensalidade e saiu com diploma, mandato estudantil e método.

Ele escolheu Direito porque queria fazer política com técnica. Foi aprovado para Ciências Políticas numa universidade federal fora de Minas, mas não tinha como se mudar nem se manter. Inscreveu-se numa faculdade particular de BH, pagou apenas a matrícula e ficou devendo o resto.

Nesse período disputou e venceu a eleição do diretório central de estudantes. Depois, com nova nota do ENEM, conseguiu financiamento integral e concluiu o curso em outra instituição.

Nada disso foi confortável. Foi construído em cima de prazo, dívida e cansaço, e é por isso que ele fala de acesso ao ensino superior com conhecimento de causa.

2020, a Communicare
Foto: bastidores da Communicare

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2020, a Communicare

Fundou a própria agência e construiu do zero uma referência nacional em comunicação.

Antes de empreender, ele coordenou campanhas eleitorais do começo ao fim, com pouquíssimo recurso e muita organização. Aprendeu na prática o que funciona, o que é desperdício e o que é conversa fiada de marketing.

Em 2020 fundou a Communicare, agência de comunicação política e sindical. O primeiro cliente foi uma chapa sindical do fisco federal. Venceram. O resultado abriu a porta seguinte, e venceram de novo.

De lá para cá a agência cresceu com campanhas sindicais, associativas e eleitorais para prefeitos, vereadores e deputados, e se tornou referência nacional no universo do fisco, com atuação junto à Receita Federal e a receitas estaduais e municipais.

Ele também ajudou a fundar uma associação brasileira de pesquisadores eleitorais e atuou na formação de novos profissionais da área.

Empreender ensinou o que nenhuma teoria ensina: folha de pagamento, imposto, fluxo de caixa e a responsabilidade de sustentar a renda de outras famílias.

Ele não criou uma empresa para ter status. Criou para se sustentar, e transformou em referência.

Inovação e tecnologia
Espaço reservado para foto desta fase

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Inovação e tecnologia

Cofundou uma startup de inteligência artificial, aprendeu rápido e seguiu em frente.

Em paralelo à agência, cofundou uma startup de inteligência artificial conversacional, com um assistente capaz de atender com linguagem natural e sem inventar respostas. A empresa foi aprovada num programa municipal de inovação e recebeu apoio para desenvolver o produto.

A operação foi encerrada quando a tecnologia avançou e o diferencial virou commodity. Encerrar na hora certa também é decisão de gestão.

Ficou o aprendizado sobre inovação, produto, ecossistema de startups e regulação de tecnologia, tema que hoje é um dos eixos centrais do projeto dele.

Falhar rápido e aprender é mais inteligente do que insistir no erro por orgulho.

2026, a decisão
Foto: João Pedro em campanha

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2026, a decisão

Depois de mais de dez anos servindo sem cargo, ele decidiu disputar o mandato.

A decisão não veio de convite, de vaga aberta nem de cálculo de carreira. Veio da conclusão de que tudo que ele construiu fora do mandato tem um teto, e que esse teto custa caro para quem depende de política pública.

Ele procurou a direção estadual do partido e apresentou o projeto com a franqueza de sempre: jovem, sem herança política, com trajetória verificável e estrutura própria para tocar uma campanha.

Em poucos dias havia gente de várias frentes disposta a construir junto. O projeto deixou de ser dele e virou coletivo.

Ele não foi para a política. Voltou para ela, com currículo feito em quintal, escola pública, gabinete, sala de aula e empresa.

Ele não foi para a política. Voltou para ela. Sempre foi onde pertenceu.

Não fui para a política. Voltei para ela. Sempre foi onde eu pertenci.

João Pedro Reis

Ouça em 60 segundos

Sem palanque, sem grito. Só ele contando por que decidiu disputar.

Credibilidade

Tudo o que está aqui foi construído antes de existir uma candidatura.

  • 3.000+

    pessoas atendidas

    Atendimento jurídico, médico e psicológico gratuito em escolas públicas da Região Metropolitana de BH, pelo Projeto Cidadania.

  • 4

    escolas públicas reformadas

    Quadra, refeitório, laboratório de informática e painel de grafitagem entregues em escolas de BH e Ribeirão das Neves.

  • 800+

    estudantes de Direito organizados

    Comissão de Assuntos Estudantis e do Estagiário da OAB, com mais de 100 escritórios visitados e parcerias com DPMG, AGU, MPF e MPMG.

  • 2

    anos na Assembleia Legislativa

    Estagiário e depois assessor na ALMG: redação de projetos de lei, comissões, emendas parlamentares e atendimento a prefeitos e vereadores.

  • 6

    anos à frente da Communicare

    Agência de comunicação política e sindical fundada em 2020, hoje referência no universo do fisco em todo o Brasil.

    Número a confirmar antes da publicação.

  • 12

    eixos de projeto político

    Posições públicas sobre democracia, serviços públicos, interior de Minas, trabalho, inclusão e tecnologia.

Trajetória verificável

  • O mais jovem rotariano do Brasil, Rotary Club BH Leste
  • Hospitaleiro do Capítulo Essênios nº 4000, Ordem DeMolay
  • Fundador do Grêmio Estudantil e eleito para o DCE Dom Helder Câmara
  • Secretário Estadual de Comunicação da Juventude do PSB
  • Cofundador da ABRAPEL, Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais
  • Cofundador da Prosador, startup de IA aprovada no programa Inova de Nova Lima

Quem viveu isso de perto

  • Espaço reservado para o depoimento de quem foi atendido pelo Projeto Cidadania.

    Nome do apoiador

    Atendida pelo Projeto Cidadania, RMBH

  • Espaço reservado para o depoimento de uma liderança sindical parceira.

    Nome da liderança

    Dirigente sindical

  • Espaço reservado para o depoimento de quem trabalhou com ele na ALMG.

    Nome do colega

    Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Depoimentos reais entram aqui assim que forem autorizados.

Por que agora

A diferença entre quem chega pela política e quem chega pelas pessoas

  • Não veio de família política

    Veio de Venda Nova, da escola pública, do ônibus das 4h30.

  • Não passou pela política por cargo

    Passou pelo Rotary, pelo serviço voluntário e pelo Projeto Cidadania.

  • Não criou empresa para ter status

    Criou a Communicare do zero e a transformou em referência nacional.

  • Não decidiu se candidatar por oportunidade

    Decidiu depois de dez anos servindo sem cargo nenhum.

O que ele defende

12 posições, escritas de forma direta. Toque para abrir.

  • A democracia é imperfeita e inegociável. Diálogo e pacificação acima de qualquer radicalismo, venha de onde vier.

  • Renovação não é só ser jovem. É chegar com trajetória verificável e sem dever favor a estrutura nenhuma.

  • Ele não é candidato de um grupo. Transita entre o trabalhador, o empreendedor, o servidor, o jovem e o interior.

  • Quem paga imposto tem direito a serviço que funcione. Saúde preventiva, não apenas reativa. Educação com tecnologia de verdade.

  • Ele já pagou Simples Nacional, já contratou o primeiro funcionário e já perdeu noite por fluxo de caixa.

  • Servidor público não é inimigo da sociedade. É quem faz o Estado existir na ponta.

  • Ele tem raiz em Venda Nova e no interior. Sabe o que é morar longe de onde as decisões são tomadas.

  • Motorista de app, entregador, caminhoneiro e trabalhador informal precisam de lei que reconheça o trabalho real de hoje.

  • A escolha de cada pessoa é dela. Cabe ao Estado combater a discriminação e garantir direito e acesso.

  • Ele veio do voluntariado. Sabe que o terceiro setor resolve hoje o que o Estado ainda não resolveu.

  • A lei existe. A fiscalização é que não chega. Quem cuida de animal também merece representação.

  • IA é uma revolução como o computador foi. Regulação inteligente protege o cidadão sem travar a inovação.

Chegou até aqui? Então venha junto.

Não precisa de cargo nem de filiação. Só de acreditar que Minas pode ter um representante de verdade.

Ao enviar, você autoriza o contato da campanha por e-mail e WhatsApp. Os dados são tratados por ELEICAO 2026 JOAO PEDRO GOMES DOS REIS DEPUTADO FEDERAL (CNPJ 68.474.136/0001-77) apenas para fins de mobilização eleitoral, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e podem ser removidos a qualquer momento pelo e-mail contato@jpdep.com.br.

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